MANO BROWN – SERRA É UM CARA NEUTRO
17/09/2010
07/07/2010
“Quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”
07.07.2010
Mais de cinco mil pessoas lotaram a Praça da Sé, em São Paulo , e participaram do ato público em apoio à candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Dilma chegou ao carro de som caminhando entre os militantes, ao lado do candidato à vice-presidente, o deputado Michel Temer (PMDB-SP). Para as milhares de pessoas, disse que quer ser a primeira mulher a governar o país.
“Estou aqui hoje para dizer para vocês que eu quero ser a primeira mulher presidente do Brasil”, afirmou, acrescentando que não é daquele tipo de política presunçosa, que não precisa de ajuda. “Eu não sou daquelas que acha que sou capaz de fazer tudo, daquele tipo orgulhosa, presunçosa, que acha que tudo sabe e que tudo faz. Eu não. Eu preciso de gente e de equipe. Por isso, eu preciso de uma pessoa com as qualidades do Mercadante como meu companheiro aqui em São Paulo. "
Dilma abriu seu discurso lamentando a falta de respeito do governo de São Paulo com os professores e com a educação. Ela garantiu que essa área é uma de suas prioridades.
“Vamos ter que dar para duas coisas para que esse país tenha uma educação de qualidade. Primeiro, é reconhecimento. No passado, muito gente queria ser professor porque era uma profissão valorizada. E uma profissão é valorizada quando se paga a ela salários decentes, dignos", apontou. "A segunda questão é que os nossos professores têm de ser incentivados a ter cada vez mais uma melhor formação. Porque está nas pessoas, no professor e na professora, a condição para que esse país avance e faça uma das mais importantes revoluções que é da educação.”
Dilma abriu seu discurso lamentando a falta de respeito do governo de São Paulo com os professores e com a educação. Ela garantiu que essa área é uma de suas prioridades.
“Vamos ter que dar para duas coisas para que esse país tenha uma educação de qualidade. Primeiro, é reconhecimento. No passado, muito gente queria ser professor porque era uma profissão valorizada. E uma profissão é valorizada quando se paga a ela salários decentes, dignos", apontou. "A segunda questão é que os nossos professores têm de ser incentivados a ter cada vez mais uma melhor formação. Porque está nas pessoas, no professor e na professora, a condição para que esse país avance e faça uma das mais importantes revoluções que é da educação.”
São Paulo
A petista afirmou que se identifica com o povo de São Paulo, pela sua garra, por trabalhar muito. Para ela, o Brasil começou a mudar a partir de 2003. “Quando a gente olha para 2002, lembra como esse país andava de cabeça baixa. Como esse país não tinha emprego suficiente, como a gente olhava para o futuro e não via muita esperança. Nós mudamos essa realidade, construímos um país em que mais cresce hoje no mundo o emprego. Um dos que mais gera emprego com carteira assinada, com 13º salário, com fundo de garantia, com férias”, comparou.
Segundo ela, Lula fez um governo para todos e não apenas para um terço da população, como se fazia no passado. “Nós fizemos um governo para todos os brasileiros e obviamente olhamos mais para os que mais precisavam. Eles dizem que podem fazer mais. Como eles podem fazer mais? E por que quando eles estiveram no governo e podiam mais e fizeram menos? Nós não. Nós elevamos as condições de vida do povo brasileiro”, afirmou, ressaltando a diferença dos projetos.
A diferença do governo Lula para os outros é que não se olha apenas para o desenvolvimento econômico, lembrou a candidata. “Olhamos para cada obra, para cada aumento da economia e não olhamos números e nem cimento e ferro, olhamos o que está por trás disso. Vendo como é que isso melhora a vida do povo brasileiro. A nossa visão é diferente da visão deles”, salientou.
Mulheres
O papel das mulheres foi ressaltado por Dilma, que voltou a dizer que está preparada para governar o país. “Muitos dizem que o Brasil não está preparado para ter uma mulher presidente. Eu digo: o Brasil está preparado sim. Eu estou preparada para ser presidente do Brasil. Eu tenho certeza que não só as mulheres podem ser o que querem, empresarias, trabalhadoras, empreendedoras, professoras, engenheiras, mães, que é uma das questões mais importantes na vida de qualquer mulher, mas sobretudo elas podem ser presidentes da República também.”
Segundo ela, Lula fez um governo para todos e não apenas para um terço da população, como se fazia no passado. “Nós fizemos um governo para todos os brasileiros e obviamente olhamos mais para os que mais precisavam. Eles dizem que podem fazer mais. Como eles podem fazer mais? E por que quando eles estiveram no governo e podiam mais e fizeram menos? Nós não. Nós elevamos as condições de vida do povo brasileiro”, afirmou, ressaltando a diferença dos projetos.
A diferença do governo Lula para os outros é que não se olha apenas para o desenvolvimento econômico, lembrou a candidata. “Olhamos para cada obra, para cada aumento da economia e não olhamos números e nem cimento e ferro, olhamos o que está por trás disso. Vendo como é que isso melhora a vida do povo brasileiro. A nossa visão é diferente da visão deles”, salientou.
Mulheres
O papel das mulheres foi ressaltado por Dilma, que voltou a dizer que está preparada para governar o país. “Muitos dizem que o Brasil não está preparado para ter uma mulher presidente. Eu digo: o Brasil está preparado sim. Eu estou preparada para ser presidente do Brasil. Eu tenho certeza que não só as mulheres podem ser o que querem, empresarias, trabalhadoras, empreendedoras, professoras, engenheiras, mães, que é uma das questões mais importantes na vida de qualquer mulher, mas sobretudo elas podem ser presidentes da República também.”
Fonte: Dilma na Web
saiu no jornal...
Vice de Serra já atacou pré-sal e quis vetar esmola
Desconhecido até outro dia mesmo pelo presidenciável José Serra (PSDB), o seu parceiro candidato a vice-presidente Indio da Costa (DEM) já usou a tribuna da Câmara para discorrer contra o pré-sal e a favor da proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares. Deputado de primeiro mandato, ele também atacou o envio de ajuda humanitária ao Haiti, antes do terremoto que devastou o país.
Indio começou a defender ideias polêmicas em seu primeiro mandato de vereador do Rio, onde foi fiel escudeiro do então prefeito Cesar Maia. Em 1997, apresentou projeto de lei para punir os cariocas que dão esmola a pedintes. "Fica proibido esmolar no município, para qualquer fim ou objeto", sentenciava o texto. "Quem doar esmola pagará multa a ser definida." A proposta chegava a chamar a mendicância de "vício". Foi considerada inconstitucional e acabou numa gaveta da Câmara Municipal.
Indio também tentou proibir o comércio ambulante das ruas, o que varreria da paisagem carioca as figuras tradicionais dos vendedores de mate e biscoito de polvilho. Num dos 130 discursos como deputado, Indio defendeu um plebiscito sobre a pena de morte, tema evitado por políticos experientes.
Afinado com o oposicionismo combativo do DEM, disse que o governo parecia "beber cachaça" ao financiar tropas no Haiti enquanto o Brasil vivia uma "guerra civil". Na votação do pré-sal, ignorou a pressão da base fluminense e repetiu o discurso ambientalista adotado pela sigla. Já fez também duras críticas a Roberto Jefferson, presidente do PTB e homem forte da chapa de Serra.
fonte: Jornal Agora (Rio Grande/RS) - link para a notícia: http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=23¬icia=83687
notícia publicada em 06 de julho de 201o
06/07/2010
A questão ambiental e os candidatos ao governo brasileiro...
A campanha pedagógica de pelo respeito à vida, ao meio ambiente, à diversidade cultural e biológica deverá continuar: esta é uma luta até a morte. Não será um simples governo nacional que protagonizará essa luta, mas sim todos nós, organizados em Movimentos Sociais ou em apoio à estes, em Organizações Não Governamentais , etc. Então não creia que as respostas para as problemáticas ambientais (em suas mais diferentes matizes) esteja na eleição de Dilma Rousseff, nem de qualquer outro eventual governante.
No entanto, ao menos três coisas devem ser ponderadas, relativas à questão ambiental:
1) Quando falo de campanha pedagógica estou falando de educação. E a educação está dando um salto de qualidade nesse governo atual: investiu-se novamente e de maneira massiva nas universidades brasileiras fortalecendo, dessa maneira, os cursos de licenciatura (inclusive com programas de incentivo à iniciação na docência e de formação continuada de professores). E vem progressivamente aumentando a verba destinada à Educação. No PAC 2 está prevista a construção de milhares de creches– o país mais uma vez começará a saldar uma dívida histórica com a Educação, que é a atenção à educação infantil. O esforço do governo em aprovar e garantir um piso salarial aos professores também é um ótimo exemplo sobre como a Educação vem sendo tratada de maneira diferenciada por este governo. Investimentos massivos em educação, como vem ocorrendo atualmente na esfera do governo federal, podem gerar as condições necessárias para a tomada de consciência de todo um povo, produzindo novas situações e processos emergentes, os quais podem “criar asas e voar” – gerando, por sua vez, novas condições. Para mim está claro que o aumento da qualidade da educação pode gerar frutos que muito venham a contribuir para a questão ambiental.
2) Esse atual governo de Centro-Esquerda brasileiro é base de apoio político e de comércio para países da América Latina (especialmente a Bolívia e o Equador, ambos em zona de floresta amazônica). Nesses países foi desencadeado um processo de participação e protagonismo de suas comunidades tradicionais (indígenas) – cuja bandeira de luta se dá principalmente na defesa da terra e da água e da diversidade étnica e cultural. Os neoliberais de direita que vinham governando o Brasil antes da eleição de Lula, hoje representados por José Serra, se opõe ferrenhamente à esse processo de participação política dos povos originários de nossa América. O candidato José Serra demonstrou recentemente sua hostilidade para com o governo de Evo Morales (na Bolívia), numa acusação leviana de que este favorece o narcotráfico. Desta forma, o principal candidato opositor ao governo se mostra alinhado ao discurso intervencionista dos Estados Unidos.
3) A taxa de desmatamento da floresta amazônica brasileira é a menor desde que se começou a medir esse índice, em 1998.
O que chamei de campanha pedagógica deve buscar a superação do modelo de desenvolvimento desenvolvimentista-industrialista-tecnicista. Não existe no atual cenário político institucional (partidos políticos, candidatos, esferas de governo, etc) nenhuma proposta dessa envergadura. Para atingir o objetivo de superar o atual modelo devemos buscar alianças com movimentos sociais das mais diferentes matizes, numa luta integrada internacionalmente.
Uma das candidatas ao cargo de presidente do Brasil, com uma história de vida e luta louvável e exemplar, vem tentando se destacar no atual cenário político como defensora do meio ambiente. De maneira alguma eu diria que Marina Silva não é uma ambientalista de primeira ou que é uma falsa ambientalista, pelo contrário (acredito que o presidente Lula acertou muito colocando-a como ministra do meio ambiente desde o primeiro ano de governo). Mas, como candidata representante de partidos tradicionais (no pior sentido da palavra) e conservadores (e não conservacionistas), ela está é enganando os brasileiros preocupados com o meio ambiente, uma vez que, optando por manter a atual base e modelo de desenvolvimento, jamais será capaz de harmonizar as relações de nossa sociedade com o ambiente natural.
22/05/2010
A Cultura no atual projeto de governo
Nem todo mundo sabe que o atual governo fez contribuições significativas para a cultura do povo como um todo. Eu mesmo vim a me dar conta disso faz pouco tempo, mesmo depois de frequentar por cerca de quatro anos um ponto de cultura próximo a minha casa... Com a palavra, os principais responsáveis pelo avanço, gente que trabalhou pelo atual projeto de governo.
Confira também alguns trechos da entrevista de Célio Turino à revista Fórum, publicada em 27 de Abril de 2010:
Fórum – Depois de seis anos à frente da Secretaria de Cidadania Cultural do Minc, que balanço faz no momento da despedida?
Célio Turino – Eu me preparei para a saída desde o momento em que entrei. E isso de certa forma está expresso até no projeto conceitual dos Pontos de Cultura, que tem como fundamentos principais autonomia, protagonismo e empoderamento. Na medida em que os Pontos de Cultura tiveram sua autonomia respeitada, tratados enquanto protagonistas e podendo construir suas narrativas na primeira voz, houve o processo de empoderamento.
O programa já está hoje com 2,5 mil pontos em todo o Brasil, com 8 milhões de pessoas em torno dele, 750 mil em atividades como grupos teatrais, corais, equipes de audiovisual atuando de forma regular e 25 mil pessoas trabalhando diretamente. Ou seja, há uma base social que garante a permanência do programa.
Não nego o meu papel, mas diria que cumpri um ciclo. E qual foi o meu papel? Foi o de identificar que havia esses pontos já espalhados pelo Brasil, mas que não havia o reconhecimento deles, que não havia uma política para eles, uma legitimação desse fazer cultural do povo. No máximo isso era visto como folclore, de forma estereotipada, como uma ação de inclusão social pela cultura. Ao perceber isso consegui traduzir numa política. Isso se deu porque entendia que quem faz a cultura é a sociedade e não o Estado. E ela é quem tem de ter meios e liberdade para desenvolver essa cultura. Também porque entendia que cultura não tem só esse aspecto de mercado, que até um dos aspectos dela, mas que o fundamental dela é o processo. E isso é permanente. Foi isso que levou a gente a construir o programa do jeito que ele é. E premiando com recursos, ainda pequenos, de 60 mil reais por ano, esses grupos, isso também permitiu que eles se planejassem, pudessem ter uma noção de permanência, ter seus professores, comprar equipamentos. O que fizemos foi pegar essas sementes que já estavam espalhadas pelo país e as incentivamos a crescer.
Fórum – Qual é a novidade que os Pontos de Cultura trazem na sua opinião?
Turino – Um Ponto de Cultura condensa diversos aspectos de ética, postura frente ao mundo, cosmovisão e estética. É de certa forma a tradução de ética, estética e economia no mesmo indivíduo. Minha formação é marxista e no marxismo, numa leitura mais rápida, apressada, diz-se que a superestrutura e a economia determinam tudo. Hoje, revejo isso, acho que a cultura também interfere na economia. Se a gente tiver uma ideia de trabalho compartilhado, comércio compartilhado, generosidade intelectual, os rumos da economia podem ser diferentes daqueles que se apresentam hoje. Essa é um pouco a ideia do Ponto.
Fórum – Um grupo que faz um discurso mais neoliberal desqualifica esse tipo de iniciativa que oferece apoio material, recursos de forma direta para a sociedade, afirmando que isso a acomoda. Qual a sua análise sobre essa questão após seis anos de experiência com os Pontos?
Turino – Posso primeiro falar sobre quem tem esse discurso? Um certo dia alguém me disse isso e eu falei: “Então vamos fazer o mesmo com a Lei Rouanet”. Aqueles que recebem o recurso num ano não podem receber em outro, afinal já tiveram apoio, e se não conseguiram se afirmar, também não conseguiram autonomia. Ou seja, pimenta nos olhos dos outros não arde, né? Lei Rouanet é renúncia fiscal, também é dinheiro do Estado, sendo assim eles deveriam buscar no ano seguinte o recurso no mercado. Quem faz essa crítica são os mesmos que por séculos sobrevivem por conta dos recursos do Estado. Mas como é para o povo, para uma outra população, dizem que não cabe.
Confira também alguns trechos da entrevista de Célio Turino à revista Fórum, publicada em 27 de Abril de 2010:
Fórum – Depois de seis anos à frente da Secretaria de Cidadania Cultural do Minc, que balanço faz no momento da despedida?
Célio Turino – Eu me preparei para a saída desde o momento em que entrei. E isso de certa forma está expresso até no projeto conceitual dos Pontos de Cultura, que tem como fundamentos principais autonomia, protagonismo e empoderamento. Na medida em que os Pontos de Cultura tiveram sua autonomia respeitada, tratados enquanto protagonistas e podendo construir suas narrativas na primeira voz, houve o processo de empoderamento.
O programa já está hoje com 2,5 mil pontos em todo o Brasil, com 8 milhões de pessoas em torno dele, 750 mil em atividades como grupos teatrais, corais, equipes de audiovisual atuando de forma regular e 25 mil pessoas trabalhando diretamente. Ou seja, há uma base social que garante a permanência do programa.
Não nego o meu papel, mas diria que cumpri um ciclo. E qual foi o meu papel? Foi o de identificar que havia esses pontos já espalhados pelo Brasil, mas que não havia o reconhecimento deles, que não havia uma política para eles, uma legitimação desse fazer cultural do povo. No máximo isso era visto como folclore, de forma estereotipada, como uma ação de inclusão social pela cultura. Ao perceber isso consegui traduzir numa política. Isso se deu porque entendia que quem faz a cultura é a sociedade e não o Estado. E ela é quem tem de ter meios e liberdade para desenvolver essa cultura. Também porque entendia que cultura não tem só esse aspecto de mercado, que até um dos aspectos dela, mas que o fundamental dela é o processo. E isso é permanente. Foi isso que levou a gente a construir o programa do jeito que ele é. E premiando com recursos, ainda pequenos, de 60 mil reais por ano, esses grupos, isso também permitiu que eles se planejassem, pudessem ter uma noção de permanência, ter seus professores, comprar equipamentos. O que fizemos foi pegar essas sementes que já estavam espalhadas pelo país e as incentivamos a crescer.
Fórum – Qual é a novidade que os Pontos de Cultura trazem na sua opinião?
Turino – Um Ponto de Cultura condensa diversos aspectos de ética, postura frente ao mundo, cosmovisão e estética. É de certa forma a tradução de ética, estética e economia no mesmo indivíduo. Minha formação é marxista e no marxismo, numa leitura mais rápida, apressada, diz-se que a superestrutura e a economia determinam tudo. Hoje, revejo isso, acho que a cultura também interfere na economia. Se a gente tiver uma ideia de trabalho compartilhado, comércio compartilhado, generosidade intelectual, os rumos da economia podem ser diferentes daqueles que se apresentam hoje. Essa é um pouco a ideia do Ponto.
Fórum – Um grupo que faz um discurso mais neoliberal desqualifica esse tipo de iniciativa que oferece apoio material, recursos de forma direta para a sociedade, afirmando que isso a acomoda. Qual a sua análise sobre essa questão após seis anos de experiência com os Pontos?
Turino – Posso primeiro falar sobre quem tem esse discurso? Um certo dia alguém me disse isso e eu falei: “Então vamos fazer o mesmo com a Lei Rouanet”. Aqueles que recebem o recurso num ano não podem receber em outro, afinal já tiveram apoio, e se não conseguiram se afirmar, também não conseguiram autonomia. Ou seja, pimenta nos olhos dos outros não arde, né? Lei Rouanet é renúncia fiscal, também é dinheiro do Estado, sendo assim eles deveriam buscar no ano seguinte o recurso no mercado. Quem faz essa crítica são os mesmos que por séculos sobrevivem por conta dos recursos do Estado. Mas como é para o povo, para uma outra população, dizem que não cabe.
13/05/2010
VÍDEOS CURTOS: Posicionamentos - Dilma Rousseff em Rio Grande/RS
Sobre EDUCAÇÃO!
Sobre a sua experiência em administrações municipal, estaduais e federal - será que está preparada???
Sobre o carisma de Lula e a continuidade do projeto...
Sobre a sua experiência em administrações municipal, estaduais e federal - será que está preparada???
Sobre o carisma de Lula e a continuidade do projeto...
Dilma:
“O forte da nossa caminhada é que vamos encontrar milhões de brasileiros e brasileiras e milhões deles vão mostrar a carteira assinada. Vamos encontrar milhões de brasileiros que hoje têm um prato de comida e hoje podem ver seus filhos na escola e que se beneficiam do Bolsa Família. Vamos encontrar milhões de jovens mostrando seus diplomas das universidades, das escolas técnicas e do Prouni”
05/05/2010
PALAVRA DA DILMA:
" Nós preferimos as vozes oposicionistas - ainda quando mentirosas, injustas ou caluniosas, - ao silêncio das ditaduras. "
palavra de quem já sofreu na pele o horror da tortura física e mental praticada pelo regime militar - pronunciamento no 4º Congresso do PT, quando oficializou-se a candidatura de Dilma Rousseff para presidência do país.
29/04/2010
27/04/2010
Um pouco da Dilma
Não tenha dúvidas de que Dilma Roussef tem plena capacidade de liderar a continuidade do projeto de governo atual! Dilma tem extensa carreira administrativa e desde muito tempo é uma militante das causas sociais e defensora da democracia – e é importante saber que já sofreu intensamente por isso...
Uma breve biografia de Dilma então*:
Dilma é mineira, nascida em Belo Horizonte em 14 de dezembro de 1947.
Como muitos outros jovens, Dilma combateu o golpe militar de 1964, militando em organizações de esquerda clandestinas, uma vez que os militares acabaram com a democracia no país.
Assim como muitos jovens que ousaram não se calar, Dilma sofreu nas mãos da ditadura militar, mesmo sem nunca ter participado de uma ação armada.Em janeiro de 1970, Dilma foi presa e torturada nos porões da Oban (Operação Bandeirantes) e do Dops (Departamento de Ordem Política e Social). Condenada pela Justiça Militar a dois anos e um mês de prisão, cumpriu pena de três anos no presídio Tiradentes, em São Paulo.
O desgaste do regime militar faz renascer a esperança na volta da democracia. Dilma engaja-se na campanha pela Anistia. Ajuda a fundar o PDT do Rio Grande do Sul. Atua decididamente no movimento pelas Diretas Já.
Assumiu a Secretaria de Minas, Energia e Comunicação do estado do Rio Grande do Sul em duas ocasiões: no governo Alceu Colares (PDT) e no governo Olívio Dutra (PT).
Em 94, após 25 anos de relacionamento, separa-se de seu marido Carlos Araújo.
Dilma conclui sua segunda passagem pelo governo gaúcho em novembro de 2002. Um mês antes, Lula havia sido eleito presidente. Dilma havia encontrado o setor energético gaúcho sem projetos, sem investimentos e sofrendo apagões constantes. Uma situação semelhante a do resto do país.
Dilma aumentou em 46% a capacidade do sistema energético gaúcho e fez do RS um dos poucos estados brasileiros a não sofrer o racionamento de energia imposto pelo governo FHC, entre junho de 2001 e fevereiro de 2002.
Graças a esse trabalho, Lula a convoca para participar do grupo de transição e, impressionado com o seu desempenho, anuncia, em 20 de dezembro, que Dilma será a sua ministra de Minas e Energia. Entre 2003 e 2005, comandou uma profunda reformulação para o setor energético do Brasil e capacidade de geração e transmissão de energia é ampliada. A ameaça de um novo racionamento fica para trás. Em suma, Dilma garante a energia que o Brasil precisava para voltar a crescer e gerar empregos.
Dilma também introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos, que já levou energia elétrica para 11 milhões de moradores da zona rural do país.
Em 2005, já largamente reconhecida dentro e fora do governo, o presidente a nomeia para ocupar a chefia da Casa Civil. Consolida-se aí a parceria entre Lula e Dilma que estabeleceria novos marcos para o crescimento do país. A partir de 2007, Dilma assumiu a coordenação de programas estratégicos, como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Ela coordena, ainda, a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração do Pré-Sal.
Em 2009, Dilma passou por grande desafio, desta vez no plano pessoal: venceu um câncer linfático.
No final de março deste ano, ela lança, junto com o presidente Lula, o PAC 2, que amplia as metas da primeira versão do programa e incorpora uma série de ações inéditas, a maioria delas destinada ao combate dos principais problemas das grandes e médias cidades brasileiras. Em 03 de abril, Dilma se descompatibiliza do governo e inicia uma nova etapa de sua caminhada em favor de um Brasil cada vez melhor para todos.
"Sem nenhuma presunção, posso olhar na cara do meu filho, da minha mulher, dos meus netos e do povo brasileiro e dizer que não existe no Brasil ninguém mais preparado para governar o Brasil que a nossa companheira Dilma Rousseff", afirma o presidente Lula.
*Fonte: www.dilmanaweb.com.br
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