E no que tudo isso implica?

Por aí faremos nossa leitura.

O que significa para o Brasil escolher entre esses dois caminhos apresentados no título deste blog? O que uma escolha destas representa em termos práticos?


As eleições 2010 representam muito mais que uma opção entre personalidades (Dilma, Serra, qualquer outr@): representam o futuro de um grande país do mundo, um país que exerce influência decisiva em todo continente latino-americano e é cada vez mais relevante no cenário global.


Devemos pensar muito nisso até as próximas eleições, não há como fugir deste debate...

Te convidamos a caminhar por este caminho...

07/07/2010

saiu no jornal...

Vice de Serra já atacou pré-sal e quis vetar esmola

     Desconhecido até outro dia mesmo pelo presidenciável José Serra (PSDB), o seu parceiro candidato a vice-presidente Indio da Costa (DEM) já usou a tribuna da Câmara para discorrer contra o pré-sal e a favor da proibição de coxinhas e pirulitos em cantinas escolares. Deputado de primeiro mandato, ele também atacou o envio de ajuda humanitária ao Haiti, antes do terremoto que devastou o país.

     Indio começou a defender ideias polêmicas em seu primeiro mandato de vereador do Rio, onde foi fiel escudeiro do então prefeito Cesar Maia. Em 1997, apresentou projeto de lei para punir os cariocas que dão esmola a pedintes. "Fica proibido esmolar no município, para qualquer fim ou objeto", sentenciava o texto. "Quem doar esmola pagará multa a ser definida." A proposta chegava a chamar a mendicância de "vício". Foi considerada inconstitucional e acabou numa gaveta da Câmara Municipal.

     Indio também tentou proibir o comércio ambulante das ruas, o que varreria da paisagem carioca as figuras tradicionais dos vendedores de mate e biscoito de polvilho. Num dos 130 discursos como deputado, Indio defendeu um plebiscito sobre a pena de morte, tema evitado por políticos experientes.
     Afinado com o oposicionismo combativo do DEM, disse que o governo parecia "beber cachaça" ao financiar tropas no Haiti enquanto o Brasil vivia uma "guerra civil". Na votação do pré-sal, ignorou a pressão da base fluminense e repetiu o discurso ambientalista adotado pela sigla. Já fez também duras críticas a Roberto Jefferson, presidente do PTB e homem forte da chapa de Serra.

fonte: Jornal Agora (Rio Grande/RS) - link para a notícia: http://www.jornalagora.com.br/site/index.php?caderno=23&noticia=83687
notícia publicada em 06 de julho de 201o

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