E no que tudo isso implica?

Por aí faremos nossa leitura.

O que significa para o Brasil escolher entre esses dois caminhos apresentados no título deste blog? O que uma escolha destas representa em termos práticos?


As eleições 2010 representam muito mais que uma opção entre personalidades (Dilma, Serra, qualquer outr@): representam o futuro de um grande país do mundo, um país que exerce influência decisiva em todo continente latino-americano e é cada vez mais relevante no cenário global.


Devemos pensar muito nisso até as próximas eleições, não há como fugir deste debate...

Te convidamos a caminhar por este caminho...

27/04/2010

Um pouco da Dilma

    Não tenha dúvidas de que Dilma Roussef tem plena capacidade de liderar a continuidade do projeto de governo atual! Dilma tem extensa carreira administrativa e desde muito tempo é uma militante das causas sociais e defensora da democracia – e é importante saber que já sofreu intensamente por isso...

   Uma breve biografia de Dilma então*:

   Dilma é mineira, nascida em Belo Horizonte em 14 de dezembro de 1947.

   Como muitos outros jovens, Dilma combateu o golpe militar de 1964, militando em organizações de esquerda clandestinas, uma vez que os militares acabaram com a democracia no país.

   Assim como muitos jovens que ousaram não se calar, Dilma sofreu nas mãos da ditadura militar, mesmo sem nunca ter participado de uma ação armada.Em janeiro de 1970, Dilma foi presa e torturada nos porões da Oban (Operação Bandeirantes) e do Dops (Departamento de Ordem Política e Social). Condenada pela Justiça Militar a dois anos e um mês de prisão, cumpriu pena de três anos no presídio Tiradentes, em São Paulo.

   Em 76, Dilma torna-se mãe de Paula Rousseff Araújo e no ano seguinte conclui o curso de Economia na Universidade Federal do RS.

   O desgaste do regime militar faz renascer a esperança na volta da democracia. Dilma engaja-se na campanha pela Anistia. Ajuda a fundar o PDT do Rio Grande do Sul. Atua decididamente no movimento pelas Diretas Já.

   Assumiu a Secretaria de Minas, Energia e Comunicação do estado do Rio Grande do Sul em duas ocasiões: no governo Alceu Colares (PDT) e no governo Olívio Dutra (PT).

   Em 94, após 25 anos de relacionamento, separa-se de seu marido Carlos Araújo.

   Dilma conclui sua segunda passagem pelo governo gaúcho em novembro de 2002. Um mês antes, Lula havia sido eleito presidente. Dilma havia encontrado o setor energético gaúcho sem projetos, sem investimentos e sofrendo apagões constantes. Uma situação semelhante a do resto do país.

   Dilma aumentou em 46% a capacidade do sistema energético gaúcho e fez do RS um dos poucos estados brasileiros a não sofrer o racionamento de energia imposto pelo governo FHC, entre junho de 2001 e fevereiro de 2002.

   Graças a esse trabalho, Lula a convoca para participar do grupo de transição e, impressionado com o seu desempenho, anuncia, em 20 de dezembro, que Dilma será a sua ministra de Minas e Energia. Entre 2003 e 2005, comandou uma profunda reformulação para o setor energético do Brasil e capacidade de geração e transmissão de energia é ampliada. A ameaça de um novo racionamento fica para trás. Em suma, Dilma garante a energia que o Brasil precisava para voltar a crescer e gerar empregos.

   Dilma também introduz o biodiesel na matriz energética brasileira e cria o programa Luz para Todos, que já levou energia elétrica para 11 milhões de moradores da zona rural do país.

   Em 2005, já largamente reconhecida dentro e fora do governo, o presidente a nomeia para ocupar a chefia da Casa Civil. Consolida-se aí a parceria entre Lula e Dilma que estabeleceria novos marcos para o crescimento do país. A partir de 2007, Dilma assumiu a coordenação de programas estratégicos, como o PAC e o Minha Casa, Minha Vida. Ela coordena, ainda, a Comissão Interministerial encarregada de definir as regras para a exploração do Pré-Sal.

  Em 2009, Dilma passou por grande desafio, desta vez no plano pessoal: venceu um câncer linfático.

   No final de março deste ano, ela lança, junto com o presidente Lula, o PAC 2, que amplia as metas da primeira versão do programa e incorpora uma série de ações inéditas, a maioria delas destinada ao combate dos principais problemas das grandes e médias cidades brasileiras. Em 03 de abril, Dilma se descompatibiliza do governo e inicia uma nova etapa de sua caminhada em favor de um Brasil cada vez melhor para todos.

   "Sem nenhuma presunção, posso olhar na cara do meu filho, da minha mulher, dos meus netos e do povo brasileiro e dizer que não existe no Brasil ninguém mais preparado para governar o Brasil que a nossa companheira Dilma Rousseff", afirma o presidente Lula.

*Fonte: www.dilmanaweb.com.br

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